Engenharia pela Democracia – Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil voltou-se ao uso pacífico da energia nuclear, impulsionado por cientistas como Cesar Lattes, Mário Schenberg e José Leite Lopes, além do almirante Álvaro Alberto, atentos ao valor estratégico da areia monazítica do litoral do Espírito Santo e da Bahia. Em 1946, o governo Dutra criou a Comissão de Energia Atômica, embrião da atual Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear), para estudar e controlar os “minerais atômicos”.
Grabois – Luciano Rezende Moreira: a Festa do Peão de Barretos (SP) tornou-se, ao longo de suas décadas de existência, muito mais do que um evento de rodeio. O que nasceu ligado à cultura dos peões e às tradições da pecuária brasileira transformou-se em uma gigantesca indústria do entretenimento, na qual rodeios, música, publicidade, consumo e espetáculo passaram a se combinar na construção de uma determinada imagem do mundo rural.
Sputnik – “Os resultados apontam para uma relação estreita entre os fluxos monetários e a infraestrutura romana. Estradas, portos e grandes cidades não só transportavam pessoas e mercadorias, como também facilitavam a circulação de dinheiro”, ressalta a revista Archaeology News. Conforme o tempo passava, aumentava a distância percorrida pelas moedas desde suas casas de moeda, o que indica que a expansão das redes enfraquecia a circulação monetária.
Grabois – Nilton Vasconcelos: a modernização chinesa não é um episódio recente, circunscrito ao mandato de Xi Jinping, e sim um processo iniciado há mais tempo, e que somente uma perspectiva de longo prazo permite compreendê-la como aquilo que realmente é – uma estratégia chinesa de desenvolvimento, deliberada, cumulativa e adaptada a cada conjuntura histórica, e não uma resposta emergencial ou um conjunto de metas de ocasião.



