Leituras de domingo – 6.9.2026

Engenharia pela Democracia – Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil voltou-se ao uso pacífico da energia nuclear, impulsionado por cientistas como Cesar Lattes, Mário Schenberg e José Leite Lopes, além do almirante Álvaro Alberto, atentos ao valor estratégico da areia monazítica do litoral do Espírito Santo e da Bahia. Em 1946, o governo Dutra criou a Comissão de Energia Atômica, embrião da atual Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear), para estudar e controlar os “minerais atômicos”.

Grabois – Luciano Rezende Moreira: a Festa do Peão de Barretos (SP) tornou-se, ao longo de suas décadas de existência, muito mais do que um evento de rodeio. O que nasceu ligado à cultura dos peões e às tradições da pecuária brasileira transformou-se em uma gigantesca indústria do entretenimento, na qual rodeios, música, publicidade, consumo e espetáculo passaram a se combinar na construção de uma determinada imagem do mundo rural.

Sputnik – “Os resultados apontam para uma relação estreita entre os fluxos monetários e a infraestrutura romana. Estradas, portos e grandes cidades não só transportavam pessoas e mercadorias, como também facilitavam a circulação de dinheiro”, ressalta a revista Archaeology News. Conforme o tempo passava, aumentava a distância percorrida pelas moedas desde suas casas de moeda, o que indica que a expansão das redes enfraquecia a circulação monetária.

Grabois – Nilton Vasconcelos: a modernização chinesa não é um episódio recente, circunscrito ao mandato de Xi Jinping, e sim um processo iniciado há mais tempo, e que somente uma perspectiva de longo prazo permite compreendê-la como aquilo que realmente é – uma estratégia chinesa de desenvolvimento, deliberada, cumulativa e adaptada a cada conjuntura histórica, e não uma resposta emergencial ou um conjunto de metas de ocasião.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

Gotas de Humor em Português – 19ª edição

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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