Leituras de Domingo – 22.3.2026

Outras Palavras – Em pouco mais de seis meses, o futuro do Brasil estará outra vez em jogo. As eleições de outubro permanecem indefinidas. Animada pela agressividade dos Estados Unidos, a ultradireita tentará voltar à Presidência. Como resultado, há risco real de se abrir, em 2027, um período de estagnação política – ou, pior, uma nova onda de retrocessos.

Jornal GGN – Flávio Bolsonaro comprou mansão em 2021 por cerca de R$ 6 milhões, metade financiada pelo BRB em 360 parcelas; nos documentos do banco, declarou renda mensal de R$ 56.833,51, sendo R$ 28.525,83 atribuídos à franquia de chocolates, R$ 24.934,81 ao salário parlamentar e R$ 3.372,87 a aplicações financeiras. A esposa apareceu com renda presumida de R$ 8.650. Depois, o financiamento foi quitado antecipadamente em 2024, em seis pagamentos extraordinários.

Sputnik – Pesquisadores da Rosatom que trabalham com tecnologias de bioimpressão alcançaram um avanço relevante na área de medicina regenerativa. O vaso foi implantado na artéria femoral de um coelho em fevereiro de 2025. Um ano após o procedimento, o animal permanece saudável e sem sinais de rejeição. O enxerto foi produzido em laboratório com células do próprio animal. O experimento foi criado em colaboração com a Mephi (Universidade Nacional de Pesquisa Nuclear, da Rússia).

Hora do Povo – Jenny Farrel: no limiar da era imperialista, quando as promessas revolucionárias do Iluminismo deram lugar ao terror, à guerra e a novas formas de dominação, a contradição — a tensão irreconciliável entre esperança e terror — tornou-se central para a arte. Disso surgiu uma nova estética do terror, uma expressão existencial de uma época que despedaçou o significado tradicional e confrontou os indivíduos com uma violência e um alienação sem precedentes.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

Subindo! Descendo!

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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