Leituras de domingo – 1.2.2026

RT Brasil – “Sou testemunha da visita de Lula como primeiro presidente do Brasil a visitar Israel em 2010. (…) É preciso afirmar com muita clareza o presidente Lula não é nem nunca foi antissemita”, declarou Cláudio Lottenberg. Na foto, O presidente brasileiro Lula, sua ex-esposa Marisa Letícia da Silva e o presidente do Conselho do Yad Vashem, Rabino Israel Meir Lau, olham fotos de judeus mortos no Memorial do Holocausto de Yad Vashem, em Jerusalém.

Clube de Engenharia – A produção de petróleo no Brasil bateu recorde no último mês de outubro, quando a média diária ultrapassou a marca dos 4 milhões de barris. O feito foi alcançado graças principalmente à contribuição do Pré-Sall, que já responde por mais de 80% do óleo bruto extraído no país. A pujança da indústria petrolífera brasileira é resultado de um esforço da Petrobras, que nos últimos 70 anos vem enfrentando os desafios científicos e tecnológicos para obter a extração.

Geração 68 – Ligia Bacarin: a libertação de Auschwitz não foi um evento isolado ou um “milagre” humanitário, foi o resultado inevitável do choque entre duas forças antagônicas na história do século XX: o projeto expansionista do capital monopolista alemão e a mobilização total do Estado operário soviético. Para o materialismo histórico, Auschwitz não foi um “acidente” provocado pela loucura individual, mas a conclusão lógica de uma forma extremada de imperialismo.

Vermelho –  Rússia e China anunciaram que irão publicar, ainda em 2026, a correspondência completa entre Josef Stalin e Mao Tsé-Tung. Serão cerca de 420 cartas, telegramas e anotações trocadas entre 1943 e 1953, mais de 250 delas inéditas para historiadores. A iniciativa, conduzida em cooperação entre os arquivos federais russos (Rosarkhiv) e instituições chinesas, rompe décadas de sigilo e ocorre em um momento de forte reconfiguração geopolítica, marcado pelo aprofundamento do eixo Moscou–Pequim diante da pressão dos Estados Unidos e de aliados ocidentais.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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