Manchetes do dia – 2.2.2026

Hora do Povo – O estado de São Paulo registrou em 2025 o maior número de feminicídios desde o início da série histórica, em 2018. Ao longo do ano, foram contabilizadas 266 mulheres assassinadas, o que representa, em média, uma morte a cada 33 horas, segundo dados oficiais da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Enquanto este recorde criminoso recorde foi batido, o governo Tarcísio de Freitas cortava o orçamento de combate à violência contra mulheres.

Hora do Povo – Enquanto as chuvas inundam ruas, paralisam trens e provocam um aumento de 47% nos alagamentos em São Paulo, moradores da maior cidade do país seguem abrindo torneiras secas: desde o ano passado, a capital vive um racionamento disfarçado, com redução de pressão em toda a região metropolitana, agravado pela gestão da Sabesp privatizada e pela incapacidade do governo de enfrentar uma crise hídrica que combina escassez para beber e excesso nas enchentes.

Vermelho – O sindicalismo brasileiro inicia o ano de 2026 com a meta unitária de mobilizar a classe trabalhadora para conquistar a redução da jornada de trabalho e o fim da exaustiva escala 6×1. Fortalecidos pelos recentes acenos do governo federal, dirigentes sindicais planejam uma “grande onda nacional” para converter o debate em lei ainda neste primeiro semestre, aproveitando a janela política do ano eleitoral. Um dos principais argumentos do movimento sindical contra o discurso patronal é o salto de produtividade gerado pela tecnologia.

Hora do Povo –  Americanos saíram às ruas nas principais cidades nesta sexta-feira(30) em protesto nacional contra a onda de violência iniciada pelo governo Trump com a perseguição violenta a imigrantes pela polícia fascista do ICE, que somente nesse mês de janeiro mataram dois cidadão americanos. Minneapolis, Los Angeles, Houston, Nova Iorque, Atlanta, Portland, Denver e Detroit reuniram as principais manifestações de “Fora ICE”.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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