Leituras de domingo – 11.1.2026

Jornal GGN – Luiz Nassif: sobre o Brasil, Alex Krainer diria que não é preciso liderar a desdolarização, mas é preciso reduzir vulnerabilidades. Suas ideias orbitam um diagnóstico duro — e pouco convencional — do capitalismo contemporâneo. Ele mistura mercado financeiro, geopolítica e ciclos históricos com a tranquilidade de quem já viu bolhas suficientes para não se impressionar com fogos de artifício. 

Engenharia pela Democracia–  Amilton de Sousa Rocha: o objetivo desta análise é desvelar o hiato permanente entre a fachada jurídico-institucional das ordens internacionais e a realidade operante do poder bruto. O ponto de partida é a constatação de que, tanto no sistema ibérico do século XV quanto na ordem multipolar do século XXI, existe uma encenação cuidadosa de legitimidade que mascara o exercício puro da força. A “farsa” não reside na inexistência de leis ou instituições, mas no seu caráter seletivo, instrumental e frequentemente descartável quando confrontado com os interesses vitais das principais potências.

Sputnik – A mineração de recursos úteis em asteroides pode ser realizada, porém, com foco nos asteroides que tenham água já que a água representa o recurso mais importante no espaço, informa o portal Sience Alert com referência a cientistas.
Apesar de a ideia de explorar minerais de asteroides ter perdido um pouco de popularidade nos últimos anos, os pesquisadores afirmam que a crescente demanda por recursos torna impossível abandoná-la.

Hora do Povo –  Em meados dos anos 1990 e início dos anos 2000, foi encontrado no Cáucaso, mais especificamente na República da Georgia, o sítio de Dmanisi, datado em 1,8 milhões de anos e adivinhem só: as ferramentas de pedra eram tipicamente Olduvaiense (lascas) e os crânios não eram bem de Homo erectus. Cinco crânios no total foram encontrados e numerados de 1 a 5. Desde então, estabeleceu-se na comunidade científica duas grandes discussões: a que espécie pertenciam esses crânios e se ali estava representada apenas uma espécie. Ambas as discussões correram em paralelo por duas décadas e meia.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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