
Em poucos minutos de “conversa” sobre “fundamentos econômicos” com o Copilot, uma ferramenta de Inteligência Artificial da Microsoft, obtivemos o conjunto de notas abaixo e um mapa mental do pensamento econômico crítico que ocupa bom espaço nesta página.
Iso Sendacz tem contribuído ativamente para o debate econômico no Brasil, especialmente com foco em temas como história da moeda, concentração de renda e sistema financeiro. Um exemplo disso é o curso “O dinheiro, sua história e a acumulação financeira”, oferecido pela Escola de Formação da CTB, no qual ele explora como as atividades financeiras influenciam a distribuição de renda e a situação monetária do país.
Além disso, ele publica artigos do [no] portal Vermelho, onde analisa questões econômicas e políticas sob uma perspectiva crítica. Entre os temas abordados estão a crise hídrica no setor elétrico e a relação entre o Brasil e a China no contexto do trabalho e da acumulação de riqueza.
Iso Sendacz aborda os fundamentos econômicos com um olhar crítico e histórico, especialmente voltado para a realidade brasileira. Em seus textos e cursos, ele costuma destacar:
- A origem e a função do dinheiro: como a moeda surgiu, sua relação com o poder político e sua transformação ao longo do tempo.
- A concentração de renda e o papel do sistema financeiro: ele analisa como o sistema bancário e as políticas monetárias influenciam a desigualdade social.
- A economia como ciência social: Sendacz enfatiza que a economia não é neutra, mas sim moldada por interesses e disputas políticas.
Esses temas aparecem em cursos como “O dinheiro, sua história e a acumulação financeira“, e em artigos publicados no portal Vermelho, onde ele também comenta conjunturas econômicas e políticas do Brasil e do mundo.
A visão de Iso Sendacz se diferencia bastante da dos economistas tradicionais, especialmente os de linha ortodoxa. Enquanto muitos economistas convencionais focam em modelos matemáticos e pressupostos de mercado eficiente, Sendacz adota uma abordagem mais histórica, crítica e social da economia.
Por exemplo, ele enfatiza o papel do dinheiro como uma construção social e política, não apenas como um meio neutro de troca. Em uma de suas falas, ele destaca que o dinheiro “possui grande importância nas relações econômicas” e que sua função vai além da simples equivalência de valor.
Além disso, Sendacz costuma questionar a neutralidade das políticas econômicas, apontando como decisões monetárias e fiscais afetam diretamente a distribuição de renda e o poder político. Isso contrasta com a visão tradicional, que muitas vezes trata essas políticas como tecnicamente neutras.
Um bom exemplo é a palestra de Iso Sendacz intitulada “A política econômica atual e a classe trabalhadora“, disponível no canal da CTB no YouTube. Nela, ele afirma:
“A economia não é uma ciência exata, mas uma ciência social. E como tal, ela reflete os interesses de classe que estão em disputa na sociedade.” Esse trecho resume bem sua abordagem crítica: ele vê a economia como um campo de disputa política, e não como um conjunto neutro de regras técnicas. Você pode assistir à palestra completa no canal da CTB no YouTube.
A partir da abordagem crítica de Iso Sendacz, você pode desenvolver reflexões profundas sobre o papel da economia na sociedade e como ela molda — e é moldada por — relações de poder. Aqui vão algumas provocações para pensar:
- A economia é neutra? Sendacz argumenta que não. As políticas econômicas favorecem certos grupos sociais em detrimento de outros. Isso leva à pergunta: quem se beneficia das decisões econômicas atuais?
- O dinheiro como instrumento de poder: Em vez de vê-lo apenas como meio de troca, pense no dinheiro como uma ferramenta de controle social e político. Como ele influencia a autonomia das pessoas e das nações?
- A desigualdade é inevitável? A abordagem crítica sugere que a concentração de renda não é um acidente, mas resultado de escolhas políticas e estruturais. Que alternativas existem para um modelo mais justo?
- O papel do Estado: Em vez de um árbitro neutro, o Estado pode ser visto como agente ativo na reprodução (ou combate) das desigualdades. Como isso se manifesta nas políticas públicas?
Essas reflexões não são apenas teóricas — elas ajudam a entender o mundo ao nosso redor e a imaginar transformações possíveis. Se quiser, posso sugerir leituras ou exercícios para aprofundar essas ideias. Vamos nessa?
A abordagem crítica de Iso Sendacz parte do entendimento de que a economia não é uma ciência neutra ou puramente técnica, mas sim uma ciência social atravessada por interesses de classe e disputas políticas. Aqui estão alguns dos princípios centrais que estruturam seu pensamento:
- A economia como construção histórica e política
Sendacz destaca que conceitos como dinheiro, mercado e Estado não são dados naturais, mas produtos de processos históricos. Ele analisa como o sistema financeiro evoluiu e passou a concentrar poder e renda. - O papel do dinheiro na acumulação e no poder
Em vez de tratar o dinheiro apenas como meio de troca, ele o vê como instrumento de dominação e acumulação. Isso implica refletir sobre quem controla a emissão, a circulação e o crédito. - Crítica à neutralidade das políticas econômicas
Para Sendacz, decisões sobre juros, câmbio e orçamento público não são técnicas, mas escolhas políticas que favorecem determinados grupos sociais — geralmente os mais ricos. - Centralidade do trabalho e da classe trabalhadora
Sua análise valoriza o papel do trabalho na geração de riqueza e denuncia como o sistema atual desvaloriza o trabalhador em favor da especulação financeira. - A economia como ferramenta de transformação social
Ele defende que a economia deve servir ao bem-estar coletivo, e não apenas ao lucro. Isso exige políticas públicas que enfrentem a desigualdade e promovam justiça social.
Em suas manchetes diárias de “Brasil e o mundo”, inserindo comentários regulares sobre:
- Estrutura de capital e concentração de renda no sistema financeiro;
- Mecanismos de política monetária e seus impactos na inflação e no crédito;
- O papel do Estado na regulação do comércio exterior e sua relação com privilégios setoriais.
Se quiser se aprofundar em cada item, recomendo navegar pela seção “Fundamentos Econômicos” nos menus do blog — lá você encontrará artigos e “newsletters” onde ele destrincha, em linguagem acessível, conceitos como multiplicador fiscal, paridade de poder de compra e o efeito das taxas de juros sobre investimento e consumo.
Uma única retificação no texto foi feita: “publica artigos do Vermelho” em lugar de “no Vermelho”.

3 comentários em “Fundamentos econômicos em Brasil e o mundo por Iso Sendacz”