
O aumento das provisões para devedores duvidosos, exigido às instituições financeiras a partir deste ano, proporcionará menos crédito à economia ou demandará reforço de capital para suportar as novas reservas, que se estimam na casa dos R$ 38 bilhões.
A medida está em linha com o novo padrão contábil que se quer adotar e reforça a segurança dos depositantes quanto à solidez do sistema financeiro. Mas parece não apontar para as missões de fomento ao pleno emprego também cominada ao Banco Central do Brasil.
Muitos dos aspectos da adaptação contábil que os bancos procederão nos próximos anos estão no artigo de Mariana Ribeiro, trazido pelo Cidadania&Cultura.

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