
Antes de abordar tecnicamente o assunto, a história do senhor D é contada: ele antecipa a aposentadoria com plano de abrir uma indústria em sua especialidade, mas observa os movimentos da renda fixa e desiste do intento original, passando a viver da renda financeira.
O suposto pequeno milionário nada faz de produtivo, mas externa gratidão a três pessoas em particular, pela sua folgada situação: Alexandre Tombini, Ilan Goldfajn e Roberto Campos Neto, sucessivamente nomeados presidentes do Banco Central por Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro.
Se há algo de podre nessa história, certamente não é no “reino da Dinamarca”.

Um comentário em “Vivendo de juros”