
Como também indica a matéria trazida pelo Núcleo de Estudos Tributários, a concentração de riqueza é ainda maior entre os contribuintes, alcançando 58% de propriedade aos 10% contribuintes mais ricos.
Considerando que os declarantes representam cerca da terça parte da população economicamente ativa, é de se supor que mais da metade de tudo o que é produzido no Brasil fica nas mãos dos 3% do topo da pirâmide.
Os resultados são consequência, além da superexploração do trabalho, da regressividade tributária, que precisa ser corrigida de forma bem mais completa do que a reforma tributária em curso.

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