A independência tecnológica chinesa

Saber fazer as coisas por conta própria parece ser o objetivo de crescimento de qualquer criança humana. Assim também sucede com as nações, em que o saber coletivo garante a independência ante a boa vontade de terceiros. O conceito vale não só para o que já se traduziu de conhecimento científico em utilidade, mas também pelo que se está a desbravar.

Sendo o Brasil um país com economia maior que a chinesa há quarenta ano e esta hoje é líder mundial, convém prestar atenção ao que se faz no oriente, para que também se alcance a independência tecnológica por aqui.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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