Campos Neto quer incendiar o país e diz que a Selic deveria ser de 26,5%

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, resolveu radicalizar a sua posição e afirmou que os juros deveriam estar em 26,5% para que a meta de inflação fosse atingida em 2023. Ou seja, Campos Neto não está satisfeito em praticar as maiores taxas de juros reais do mundo e colocar o Brasil na rota da recessão. Na contramão de todo o setor produtivo e da sociedade brasileira, ele ameaça claramente que pode aumentar ainda mais os juros.
Deu chabu no “desfile em carro aberto”. Só 300 foram receber Bolsonaro

O “papa-joias”, novo apelido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após suas tentativas de se apoderar das joias árabes, chegou ao Brasil por volta das 6h40 da manhã desta quinta-feira (30) depois de passar três meses flanando nos Estados Unidos. Ao contrário do que ele esperava, a recepção foi um grande fiasco. Ele terá que comparecer à sede da PF já no dia 5. Ele não poupou elogios ao Tio Sam. Disse ainda que aquilo sim é que é um país. “É o Estado brasileiro que deu certo”, afirmou o deslumbrado.
Terrorismo financeiro e crime de usura, por Paulo Kliass

A dominação do sistema financeiro sobre os demais setores se materializa por meio da extração de rendimentos que não guardam quase nenhuma relação direta com a produção de bens ou com a oferta de serviços essenciais para a maioria da população. Operando no vácuo oferecido pelas quatro décadas de reinado quase absoluto das ideias do chamado Consenso de Washington e do auge do neoliberalismo em todo o planeta, o povo da finança conseguiu emplacar medidas e regimes de políticas públicas muito importantes para os seus próprios interesses.
Clemente, patrocinado pela CUT, diz que chegou a hora de dividir os trabalhadores

O princípio da unicidade sindical, previsto no artigo 8º da Constituição Federal, está sendo atacado e a representação ampla dos trabalhadores poderá ser enfraquecida. Para as empresas, continuaria existindo a representação por categoria econômica, ao passo que para os trabalhadores a representação poderia ser flexibilizada por ramo de atividade. O papel do Ministério do Trabalho passaria a ser feito por um Conselho das Centrais Sindicais, presidido por três delas apenas, em sistema de rodízio, privatizando essa atividade, na prática, em prejuízo do conjunto das demais centrais, das confederações, federações e sindicatos.

Um comentário em “Manchetes do dia – 31.3.2023”