Índice Geral de Felicidade da Nação

Em extensão de Administração de Sistemas de Informação cursada ainda no século passado, uma aula especial do orientador do curso Sergio Bio demonstrou que o que importava era a felicidade geral da Nação.

Fernando Nogueira da Costa colige um conjunto de referências sobre a felicidade individual e social, esta relativa à metade consciente da espécie humana, aquela que assegura o relacionamento com o semelhante ou, mais precisamente com o conjunto dos semelhantes globo afora:

  1. Esboço do Livro “Fundamentals of Happiness: An Economic Perspective”
  2. Fundamentos da Felicidade: Prefácio de Vernon Smith
  3. Visão Geral da Felicidade Econômica
  4. Uma Medida Métrica de Felicidade
  5. Qual é o Problema da Economia da Felicidade?

O material é extenso e intenso, mas em primeira leitura destacamos duas observações, emuladoras do estudo completo da economia da felicidade:

Os humanos encontram a felicidade participando de grupos. O conceito de racionalidade de grupo revela cada indivíduo obter benefícios de tal filiação. [Dessa forma,] direcionamos nosso estudo da felicidade ao da sociedade e ao bem-estar da humanidade. Isso requer foco nas relações sociais e nas habilidades sociais, laços e apoios possíveis contribuir para a felicidade. (FNC)

Do ponto de vista individual, Mises “define a ação humana como a busca pela felicidade”; Os humanos usam sua vontade e compreensão para fazer escolhas na vida e devem viver com as consequências, boas ou más. Do ponto de vista social, Galbraith via a felicidade como ‘A Boa Sociedade’:  “Na boa sociedade, todos os seus cidadãos devem ter liberdade pessoal, bem-estar básico, igualdade racial e étnica e oportunidade de uma vida gratificante”. Isso significa a economia de uma boa sociedade deve funcionar para todos. Deve ter forte crescimento e emprego e renda de maneira associada. O resultado final é a boa sociedade ser um caminho orientado por regulação, em vez de ser um caminho orientado pelo livre mercado para obtenção de sucesso. (FNC)

Alertamos que a coletânea trata da economia da felicidade sob o capitalismo, não avançando para formas superiores e potencialmente mais felizes de organização das relações humanas e satisfação das necessidades individuais.

O economista relata que “existem muitas teorias associadas a uma sociedade feliz“, para concluir que “não é o caso da sociedade brasileira na atualidade”!

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, conselheiro da CNTU, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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