Santos do desenvolvimento econômico, do emprego e da geração de renda

Reduzir desigualdades gerando mais empregos de qualidade

Extraído do programa do Movimento 65

Porto de Santos

Quando se pensa na economia santista, a primeira imagem que vem à mente é o porto, cujo movimento é o maior não só do país como de todo o continente sul-americano. A própria urbanização da cidade conheceu primeiro a zona retro-portuária para depois expandir-se rumo à orla e à noroeste, em direção de São Vicente. Parte substantiva do movimento comercial e de serviços da Santos antiga vinha, inclusive, não só dos operários em desfrute dos seus intervalos de turno, mas também dos marinheiros estrangeiros que aguardavam a descarga e carga de seus navios.

Quando se pensa na economia santista, a primeira imagem que vem à mente é o porto, cujo movimento é o maior não só do país como de todo o continente sul-americano. A própria urbanização da cidade conheceu primeiro a zona retro-portuária para depois expandir-se rumo à orla e à noroeste, em direção de São Vicente. Parte substantiva do movimento comercial e de serviços da Santos antiga vinha, inclusive, não só dos operários em desfrute dos seus intervalos de turno, mas também dos marinheiros estrangeiros que aguardavam a descarga e carga de seus navios.

Além da revitalização do entorno, há que se agregar valor às cargas que vem e que vão. Muitos dos itens que chegam ao Brasil precisam de montagem antes da comercialização ao varejo, atividade que pode ser feita na própria cidade. E a produção para consumo dos habitantes da Baixada Santista também não precisa ser necessariamente feita serra acima, princípio que vale tanto para produtos derivados do trigo importado como do pescado regional.

É antiga a demanda por uma Zona de Processamento de Exportações, voltada para acrescentar valor a produtos antes de seu embarque rumo ao exterior. Com os cuidados ecológicos necessários, é instituição federal também capaz de gerar empregos qualificados para Santos e região.

O turismo a Santos é também atividade econômica subexplorada: dona de Aquário vice-líder em visitas no Estado e de laje marítima destacada no batismo de mergulhadores, a orla, as rotas aquaviárias de passeio, a história e o pré-embarque dos cruzeiros podem render muito com pequenos investimentos em infraestrutura. Com tem sido feito em todo o mundo, parte dos antigos galpões portuários pode ser transformada em centro de lazer e cultura para os visitantes e os moradores da região.

O Aquário é o segundo destino mais visitado do Est. de São Paulo

O fomento à agricultura familiar e à mecanismos de economia solidária, inclusive ao seu escoamento rumo aos consumidores santistas e das cidades da região metropolitana também carece de forte apoio público. O incentivo da Administração à formação de cooperativas de produtores e prestadores de serviços promove o desenvolvimento dessas formas de trabalho e empreendimento.

E todos os serviços hoje dependentes de aplicativos em plataformas sem nacionalidade que ceifam parte da renda dos entregadores, motoristas e outros agentes empreendedores da nossa cidade podem ser integrados em um pioneiro aplicativo público e gratuito, provido pela Prefeitura Municipal. O desenvolvimento da tecnologia em Santos é ainda embrionário perto da capacidade dos santistas ainda a desenvolver.

A riqueza que se esconde sob a camada de sal nas profundezas da Bacia de Santos merece também ser usada em pró não só da Educação dos jovens habitantes citadinos mas também em apoio a investimentos que gerem empregos de qualidade na extração, refino e distribuição de derivados de petróleo. Muito do futuro de Santos depende da manutenção dos investimentos da Petrobras na região da Baixada Santista e seu mar territorial.

A combinação de lixo orgânico com gás natural permite a geração de eletricidade, por meio de uma usina especializada, própria para iluminar a cidade. Não menos importante, por fim, é a atraimento de capitais do Estado, da União e da iniciativa privada nacional e do estrangeiro para financiar as empreitadas de maior fôlego, como obras de infraestrutura urbana e metropolitana, melhoria portuária e de escoamento da produção, para gerar empregos diretos nas obras e operação das novas empresas e milhares de outros empregos em serviços e consumo.

São inúmeras as possibilidades de fixa a juventude estudantil na Ilha Encantada, basta para isso gerar empregos de qualidade em aproveitamento ao conhecimento adquirido pela nova geração.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, conselheiro da CNTU e Aguaviva, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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