Poesia matemática

Um Quociente apaixonou-seUm diaDoidamentePor uma Incógnita. Olhou-a com seu olhar inumerávelE viu-a, do Ápice à Base…Uma Figura Ímpar;Olhos rombóides, boca trapezóide,Corpo ortogonal, seios esferóides. Fez da suaUma vidaParalela à dela.Até que se encontraramNo Infinito. “Quem és tu?” indagou eleCom ânsia radical.“Sou a raiz quadrada da soma dos quadrados dos catetos.Mas pode chamar-me Hipotenusa.” E falandoContinuar lendo “Poesia matemática”