Vermelho – O relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) destaca que o Brasil registrou a segunda maior revisão positiva das projeções de crescimento entre os países do G20. A instituição elevou a estimativa para a resiliente economia brasileira em 2026 de 1,9% para 2,4%, sinalizando maior confiança no desempenho do país. A revisão ocorre apesar do tarifaço imposto por Donald Trump sobre os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Jornal GGN – O seminário “Economia de Bem-Estar e Soberania: desafios estruturantes”, do Projeto Brasil/GGN em parceria com o Grupo de Pesquisa “Desenvolvimento Sustentável, CT&I e Complexo Econômico-Industrial da Saúde” (GPCEIS) da Fiocruz, e com o apoio da Emgea – Empresa Gestora de Ativos, reuniu especialistas para discutir um novo paradigma de desenvolvimento brasileiro que coloca os direitos sociais e a sustentabilidade no centro da estratégia econômica.
Economistas pela Democracia – A taxa mensal cobrada de quem não quita a dívida na data de vencimento do cartão é mais do que o dobro da inflação do ano todo no país. Estimular o uso do pix serve para desestimular o endividamento, pois transfere dinheiro do que está na conta corrente. Se tem limite no cheque especial e o usa, hoje muito caro, mas limitado a 8% ao mês, por paradoxal que seja, é bem mais barato que o custo dos cartões de crédito. Até nisto o pix ajuda, pois é melhor pagar com ele usando o limite do cheque especial, que pagar usando cartão de crédito.
Hora do Povo – O presidente da Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil), Abrão Neto, afirma que a decisão dos Estados Unidos de aplicar nova sobretaxa de 12,5% sobre o Brasil vai “fragilizar cadeias produtivas integradas entre os dois países e afetar os investimentos bilaterais”. O anúncio de mais um tarifaço, sob a falsa acusação de bens produzido no Brasil com trabalho forçado amplia os impactos negativos sobre o comércio entre os dois paíse e as exportações brasileiras, considerou a Amcham.



