Manchetes do dia – 1.7.2026

Jornal GGN – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a “inflação do aluguel”, recuou 0,50% em junho, revertendo a alta de 0,84% registrada em maio, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da queda no mês, o indicador acumula alta de 3,27% em 2026 e de 3,16% nos últimos 12 meses. O principal fator por trás do resultado foi a redução dos preços no atacado, refletida na queda de 0,97% do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde pela maior parcela da composição do IGP-M.

Vermelho – O Banco Central (BC) elevou a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 de 1,6% para 2%, na última semana. O mercado financeiro tem acompanhado essa perspectiva e no último Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (29), aumentou a projeção do PIB deste ano para 1,99%. As duas avaliações têm se aproximado do que o Ministério da Fazenda estima. De acordo com a pasta, o crescimento econômico ficará em 2,3%.

Sputnik – A 68ª cúpula do Mercosul começou em Assunção, no Paraguai, marcando também as celebrações pelos 35 anos do Tratado de Assunção, que deu origem ao bloco em 1991. A abertura da reunião ministerial do Conselho do Mercado Comum (CMC) foi conduzida pelo chanceler paraguaio, Rubén Ramírez Lezcano, em meio a uma ampla agenda de avanços técnicos e preparação para a reunião de chefes de Estado. Na abertura, o chanceler destacou o caráter progressivo do processo de integração.

Vermelho – Durante as décadas de 1980 e 1990, o Fundo Monetário Internacional (FMI) esteve entre os principais defensores das reformas liberalizantes conhecidas como Consenso de Washington. Em programas de ajuste estrutural firmados com dezenas de países, especialmente da América Latina, África e Leste Europeu, o Fundo recomendava a privatização de empresas estatais, a abertura comercial, a desregulamentação e a redução do papel do Estado na economia.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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