Manchetes do dia – 12.3.2026

Economistas pela Democracia – Tradicionalmente, em nossa primeira Nota Técnica do ano, divulgamos nossas expectativas de como se comportarão os principais agregados da economia, até mesmo para contrapor as previsões do mercado financeiro que, nos últimos anos, invariavelmente projeta uma inflação alta, um PIB baixo e um descontrole das contas públicas. Entretanto, nos três primeiros anos do governo Lula (2023/2025), o que se tem visto são sucessivas revisões por parte do mercado. 

Jornal GGN – Paulo Kliass: (…) “Um PIB de 5% em 2026, seu último ano de governo, é a encomenda de Lula ao seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad, segundo fonte da Secretaria de Política Econômica” (…). O grande nó para que fosse efetiva tal reversão nas grandes linhas da política econômica residia Novo Arcabouço Fiscal, medida estratégica a ele proposta por Haddad antes ainda do início de 2023.

Hora do Povo – Os bancos e demais instituições financeiras elevaram a projeção para taxa básica de juros (Selic) no fim de 2026, de 12% para 12,13%, segundo dados do Boletim Focus, o primeiro após o IBGE divulgar o resultado do PIB brasileiro de 2025, alta de 2,3%, uma forte perda do ritmo de crescimento econômico quando comparado com os dois anos anteriores: crescimento de 3,4% em 2024 e avanço de 3,2% em 2023. Setor produtivo exige a imediata redução da taxa Selic na próxima reunião do Copom.

Opera mundi– Petro explicou que o novo salário mínimo é o mesmo decretado em dezembro de 2025. “Não recuamos, assinamos e submetemos ao Conselho de Estado, cumprindo suas ordens, respeitando-as e incorporando os estudos técnicos e científicos da economia clássica na Colômbia”, disse. O aumento é considerado o maior deste século no país e recebeu forte crítica dos economistas e setores empresariais, que advertem para a possibilidade de aumento da inflação e de efeitos negativos no mercado de trabalho.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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