Hora do Povo – Os juros elevados e o crédito restrito levaram a inadimplência a atingir novo recorde em 2025 com 8,9 milhões de empresas. Um acréscimo de dois milhões de negativadas sobre 2024 (6,9 milhões). Um aumento de 28,7%. Juntas, elas somaram mais de R$ 213 bilhões em dívidas negativadas, um acréscimo de 41% sobre os R$ 150,6 bilhões de 2024. A dívida média por CNPJ foi de R$ 23,8 mil, a maior média também desde o início da séria em 2016.
Diário do Centro do Mundo – O barril do tipo Brent atingiu um pico de 13% na abertura do mercado no domingo (1º), chegando a US$ 81,89 (R$ 420,46), o maior valor desde junho de 2025. A alta foi impulsionada pelo temor de que o confronto no Oriente Médio afete o fornecimento global da commodity. O aumento no preço do petróleo também foi acompanhado por uma valorização do ouro, que subiu cerca de 3%. As principais Bolsas do mundo enfrentaram queda, com exceção das da China, que fecharam em seu maior patamar em dez anos.
Economistas pela Democracia – A dívida pública bruta brasileira alcançou aproximadamente 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. Projeções do Tesouro Nacional indicam que esse percentual pode se aproximar de 95% ao final da década. Para parte do debate econômico, essa trajetória seria resultado principalmente do crescimento dos gastos públicos. No entanto, uma análise mais cuidadosa sugere que a dinâmica da dívida pública brasileira é fortemente influenciada pelo nível das taxas de juros.
Jornal GGN – A reforma laboral argentina parece ser mais um capítulo na obsessão de parte do “andar de cima” no sentido de aniquilar o peronismo — hoje, em sua versão atualizada, o kirchnerismo —, destruindo o movimento trabalhista e seus sindicatos. A revitalização foi possível após o colapso de 2001 e representou uma inflexão antineoliberal moderada; a qual o governo de Mauricio Macri prometeu pôr fim.



