Hora do Povo – O primeiro IPCA do ano mostra que a inflação segue controlada, apesar de uma certa pressão de preços administrados, no caso a gasolina, que mesmo com a redução pela Petrobrás nas refinarias teve a alta puxada pelo cartel privado de distribuição. Por outro lado, a bandeira verde na conta de luz reduziu o custo da energia elétrica residencial. Preços administrados não têm relação com a alegação de que os juros altos é que baixaram a inflação. A alta dos últimos 12 meses em 4,44%.
Hora do Povo – O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, defende que “é preciso naturalizar” cortes em benefícios sociais, como aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para ele, os esforços do governo devem seguir no sentido de arrochar as despesas obrigatórias, sob argumento de abrir espaço para investimentos públicos e de reequilíbrio das contas públicas. “A dinâmica de crescimento do sistema previdenciário e do BPC precisa ser num ritmo inferior ao do arcabouço fiscal”.
Apito Brasil – O SINAL entende que é essencial que sejam avaliadas soluções para a autonomia do BC que realmente fortaleçam a instituição e suas carreiras, abdicando de modelos institucionais que enfraqueçam a atuação da autoridade monetária. A implementação de qualquer solução estrutural para o BC deve levar em consideração o necessário enquadramento das carreiras do Banco Central como típicas de Estado, mantendo o instituto do concurso público para ingresso no BC, estabelecendo o nível superior como requisito para todos os cargos.
Jornal GGN – Reguladores chineses pediram que as instituições financeiras limitem novas compras de títulos emitidos pelo governo norte-americano, e que os bancos com exposição elevada reduzam suas posições de forma gradual. A medida não se aplica às reservas oficiais do Estado chinês, mas às carteiras dos bancos comerciais – no que é visto como um ajuste de risco no sistema financeiro chinês, com foco na diversificação e que não se mostrem sinais sobre perda de confiança na capacidade dos EUA de honrar suas dívidas.




