Manchetes do dia – 21.1.2026

Jornal GGN – Em novembro, o faturamento real do setor avançou 1,2% em relação a outubro. Já o emprego industrial recuou 0,2% no mesmo período, acumulando queda de 0,6% desde setembro. Ainda assim, no acumulado de 1 a 11 de 2025, o nível de ocupação registra alta de 1,7%. Segundo Marcelo Azevedo, o mercado de trabalho respondeu com atraso à desaceleração da atividade. Ele explica que a indústria sentiu inicialmente os impactos da elevação da Selic, iniciada no ano passado, e só após meses de resultados mais fracos passou a ajustar o emprego.

Hora do Povo – Oito em cada dez empresários da indústria responsabilizam os juros elevados pela dificuldade de obter crédito de curto ou médio prazo no Brasil, segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o apoio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), sobre as condições de acesso ao crédito em 2025. “A atual política monetária é bastante restritiva e encarece o crédito, uma vez que a taxa Selic está em 15% ao ano e os juros reais em torno de 10%”, afirma analista da CNI

Vermelho – A década de 2016 a 2026 representou um período de transformação profunda e contrastante para a Assistência Farmacêutica (AF) no Sistema Único de Saúde (SUS), marcado por um movimento de desmonte seguido de reconstrução. Após desmonte sistemático, a partir de 2023, iniciou-se um esforço robusto de recomposição, com forte retomada do papel indutor do Estado e valorização do cuidado clínico.

Hora do Povo –  O Produto Interno Bruto (PIB) da China apresentou crescimento de 5% em comparação com o ano anterior em 2025, alcançando a meta anual estipulada por Pequim, atingindo pela primeira vez a marca recorde de 140 trilhões de yuans, equivalente a 20 trilhões de dólares, e puxado pelo crescimento das exportações, de acordo com do Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS). Segundo recém divulgado relatório do FMI, o crescimento global em 2025 ficará em torno de 3,3%.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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