Vermelho – Segundo a FGV, o ritmo de ascensão observado entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado do que o registrado entre 2003 e 2014, fase também marcada por forte mobilidade social no Brasil. Nesse intervalo recente, a participação das classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais. Marcelo Neri aponta a renda do trabalho como o principal motor dessa mudança estrutural. A expansão do emprego formal foi decisiva para a consolidação de uma nova classe média oriunda da base da pirâmide social.
Vermelho – A indústria audiovisual brasileira consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia em 2024, deixando de ser apenas um vetor cultural. Segundo estudo da Oxford Economics, o setor movimentou R$ 70,2 bilhões no ano, o equivalente a cerca de 0,7% do PIB. O desempenho já supera o de segmentos tradicionais, como os setores têxtil, extrativista e farmacêutico, e chega a ser seis vezes maior, em geração de empregos, do que a indústria automobilística.
Jornal GGN – A transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo começou no início de 2026 com um período educativo, sem aplicação de penalidades, para permitir que as empresas se adaptem às novas regras. Este ano será dedicado a testes, e as companhias terão até quatro meses após a publicação do regulamento para ajustar seus sistemas, com garantia de que não haverá autuações nesse período. Concluída a fase inicial de adaptação, empresas de maior porte deverão passar a destacar nas notas fiscais as alíquotas-teste da CBS, de 0,9%, e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de 0,1%.
Outras Mídias – Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, assumiu o cargo em janeiro passado, a maioria dos economistas temia o que aconteceria se ele aumentasse as tarifas. A expectativa era que, à medida que os novos impostos elevassem os preços dos bens de consumo e dos insumos – afetando famílias e empresas, respectivamente – a inflação em alta e a queda da renda real se seguiriam.




