
O professor de economia da Universidade de Brasília José Luis Oreiro serviu-se da inteligência artifical para reunir os elementos relativos ao acordo firmado entre a União Europeia e o Mercosul, um estudo que apresentou a seguinte conclusão:
O Acordo Mercosul-UE de 2026 é um artefato de realismo econômico em uma era de idealismo em colapso. Para a União Europeia, representa a garantia de relevância industrial e segurança de recursos em um século XXI dominado pela rivalidade EUA-China. Para o Mercosul, é uma aposta arriscada mas necessária na modernização, trocando proteção tarifária por acesso a tecnologia e mercados de qualidade, sob a condição estrita de aderência a padrões ambientais globais.
Os efeitos serão profundos e estruturais. Não se trata apenas de vender mais carros ou carne; trata-se de integrar duas das regiões mais democráticas do mundo em uma cadeia de valor compatível com as exigências climáticas. O sucesso dependerá menos das tarifas e mais da capacidade das empresas do Mercosul de navegarem o labirinto regulatório europeu (EUDR) e da capacidade política da UE de sustentar o acordo frente à fúria de seus agricultores. A assinatura em Assunção marcará o fim do isolacionismo relativo do Mercosul e o início de uma nova era de interdependência atlântica.
Veja no linque o conjunto das informaçõe coligidas:

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