
O líder da libertação vietnamita Ho Chi Minh ensinava que a boa luta pressupunha “muitos amigos, poucos inimigos e, de preferência, um de cada vez”. A escolher a batalha certa, “firme nos princípios, flexível na tática”.
É sobre isso que trata a reflexão de Adriana, trazida no seu Expansão&Reflexão: casos em que “o sistema ou as pessoas no poder podem nos envolver em batalhas que não são nossas, como formas de manipulação. Essas ‘batalhas’ são frequentemente utilizadas para nos manter ocupados, divididos ou distraídos, impedindo que concentremos nossas energias nas questões que realmente importam para nosso crescimento pessoal ou para o bem-estar coletivo.”
As lições de Mao Tsé Tung sobre a contradição e a prática também são úteis na batalha de escolher os enfrentamentos do momento. Afinal, a palavra “crise”, em chinês, é composta por um par de ideogramas, significando “risco” e “oportunidade”.
Este editor do Brasil e o mundo pensa que a batalha corrente pelo “bem-estar coletivo” envolve completar o processo de independência nacional, abrindo passo para o fim da “pré-história da humanidade“, como resgatamos de Nilson Araujo de Souza aula do final do século passado.
Mas, de acordo com a consciência desenvolvida por cada um, a escolha das batalhas pode envolver graus diferentes de porte.
Conteúdo conexo: Efetividade = eficácia + eficiência.

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