Manchetes do dia – 8.1.2026

Vermelho – “Estamos buscando mobilizar com as nossas estruturas do SUS, com empresas privadas no Brasil, insumos para diálise e medicamentos e vamos dar esse apoio para o povo venezuelano que teve o seu centro de distribuição atacado, destruído, que pode significar o desabastecimento desses insumos”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O SUS terá um plano regional para infraestruturas, medicamentos, insumos e profissionais.

Vermelho –  Com a autoridade de quem preside um país que compartilha uma fronteira crítica com os EUA, Sheinbaum recorreu à tradição de não intervenção mexicana para enfatizar que “a história da América Latina é clara e contundente ao demonstrar que a intervenção nunca trouxe democracia, nem gerou bem-estar ou estabilidade duradoura”. Para a mandatária, apenas os povos podem construir seu próprio futuro, decidir seu caminho e exercer soberania sobre seus recursos naturais.

Vermelho – A liderança indiana é emblemática pela capacidade do país de atuar como uma ponte de integração sem se curvar a pressões externas. Analisando a postura de Nova Délhi frente às crises internacionais, o professor Euzébio Jorge Silveira de Sousa destaca que a Índia cumpriu um papel fundamental de ser um país que, após os ataques da guerra da Ucrânia, “não capitulou [se rendeu] aos empenhos e esforços dos Estados Unidos e da Europa de isolar a Rússia”.

Hora do Povo – Nossas instituições democráticas estão moribundas. São incapazes ou relutantes em conter nossa classe dominante mafiosa. O Congresso abdicou de sua autoridade constitucional, incluindo o direito de declarar guerra e aprovar leis. Trump governa por decreto imperial por meio de ordens executivas. A mídia é uma câmara de eco para os crimes de Estado, incluindo o genocídio contínuo de palestinos, os ataques ao Irã, Iêmen e Venezuela, e a pilhagem pela classe bilionária.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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