Hora do Povo – O resfriamento da economia brasileira ocorre com o aumento do juro real (descontado a inflação), que deve encerrar esse ano acima dos 10,5%, após a decisão do Banco Central (BC) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 15% – maior nível em quase 20 anos – mesmo com a inflação controlada e abaixo dos 4,5%. Após a decisão do BC, de manter o juro em 15%, entidades do setor produtivo defenderam a imediata redução dos juros.
Hora do Povo – O lucro astronômico das operadoras se dá em meio aos ganhos obtidos com as remunerações de aplicações financeiras, proporcionado pelo aumento da Selic (taxa básica de juros) do Banco Central (BC), hoje em 15%, além dos aumentos nas mensalidades que seguem abusivos, do rebaixamento da qualidade na prestação dos serviços e das negativas de cobertura a usuários – muitos deles em situação de vulnerabilidade por estarem com problemas graves de saúde.
Vermelho – De acordo com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a inflação oficial, medida pelo IPCA, deverá encerrar 2025 em 4,36%. A previsão da semana anterior era de 4,4. Também houve redução no cenário para 2026, que passou de 4,16% para 4,10%. Como a previsão da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3,5%, com margens inferior e superior de variação de 1,5%, o IPCA estará dentro dos limites, o que referencia o início de um ciclo de cortes dos juros.
Fundação Maurício Grabois – Artigo analisa como plataformas digitais concentram riqueza, operam em regime de monopólio e transformam dados e atenção em lucro, produzindo assimetrias entre corporações e Estados. O primeiro poder que precisa ser compreendido quando falamos de Big Techs é o poder econômico. Não por acaso. É a partir dele que todos os outros se estruturam. Ele é a base material que sustenta a capacidade de influenciar governos, moldar mercados, capturar narrativas e impor limites reais à soberania dos Estados.




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