Manchetes do dia – 23.4.2025

Hora do Povo – “Eu penso que o Brasil tem muitos desafios, muitos problemas a serem resolvidos pela frente, que passa também pelo parlamento, e é nessa agenda que temos que focar”. “É gastarmos energia com aquilo que realmente venha representar avanços para o país na saúde, educação, segurança pública, e penso que o parlamento tem que focar nessa agenda que é o que realmente a população espera de nós neste momento”, afirmou o presidente da Câmara Hugo Motta.

Hora do Povo – Paulo Kliass: o governo encaminhou recentemente ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2026. Um dos aspectos que mais chamam a atenção para quem se interessar em ler o documento é o seu viés absolutamente catastrofista com relação à questão fiscal. A LDO atualmente em vigor já apontava para uma meta de equilíbrio fiscal primário bastante irrealista, tanto quanto equivocada.

Jornal GGN – Back e Belluzzo: as relações entre dívida pública, gestão monetária e setor financeiro privado não são ‘externas’. São orgânicas e constitutivas. A dívida do governo é a garantia de última instância das operações financeiras privadas. Nos tempos de “normalidade”, as formas financeiras do poder privado permitem diversificar a riqueza de cada grupo, distribuí-la por vários mercados e assegurar o máximo de ganhos patrimoniais, se possível a curto prazo.

Hora do Povo – O Vaticano publicou os termos da carta testamento do Papa Francisco na qual pede que seu túmulo seja “no chão, simples, sem decoração especial e com uma única inscrição: Franciscus“. Já ao final de sua vida dedicada à pregação contra as guerras de expansão colonial, o papa Francisco escreveu um testamento condizente com o seu papado: “Sentindo que se aproxima o ocaso da minha vida terrena” destacou, “que o sofrimento que esteve presente na última etapa da minha vida, eu o ofereço ao Senhor pela paz no mundo e a fraternidade entre os povos”.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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