Hora do Povo – Os 21 anos de ditadura, impostos ao Brasil para deter o crescimento autônomo e independente do país, interromperam o grande projeto nacional de desenvolvimento iniciado em 1930. A força deste projeto era tamanha que nem o arbítrio mais truculento e a subserviência mais abjeta aos ditames do governo dos EUA conseguiram deter o avanço econômico do país. Até mesmo Henry Kissinger alertou o seu governo sobre o fato do Brasil ter sido o país que mais cresceu no mundo capitalista entre 1930 e 1980: “Não podemos permitir um novo Japão ao sul do Equador”, disse ele.
Vermelho – um levantamento inédito do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) detalhou o perfil dos 434 mortos e desaparecidos políticos na ditadura. A análise se baseou no Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade (CNV). Segundo a pesquisa, 82,5% dos mortos pertenciam a alguma organização política – de partidos a entidades, na cidade e no campo. A organização mais alvejada foi o Partido Comunista do Brasil, que teve 79 militantes e dirigentes executados pela ditadura. A ALN perdeu 60 membros, e o Partido Comunista Brasileiro, 41.
Hora do Povo – O presidente Lula viajará à Rússia no dia 9 de maio para participar da celebração do Dia da Vitória contra a Alemanha nazista e se reunir com o presidente Vladimir Putin. Antes da viagem, Lula vai conversar com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, por telefone. “Eu espero que agora ele esteja preocupado com a paz, porque até então ele não estava”, comentou Lula. “Em um conflito como esse, se os dois estiverem dispostos a negociar, vai ser muito melhor para a Ucrânia, para a Rússia, para a Europa e muito melhor para o mundo”, continuou.
Hora do Povo – O South China Morning Post já registrara que a CK Hutchison Holdings não iria seguir em frente com a esperada assinatura de um acordo na próxima semana para vender seus dois portos estratégicos no Canal do Panamá … com Pequim dizendo que lançará uma investigação antitruste sobre a venda.” Fontes disseram à Reuters que o acordo de venda dos portos não terá a papelada adequada assinada com o grupo de investidores liderado pela BlackRock até o prazo de 2 de abril por “razões óbvias”.




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