Hora do Povo – Jair Bolsonaro, em ato realizado em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a pedir “anistia” para os vândalos golpistas que depredaram as sedes dos Três Poderes da República no dia 8 de janeiro de 2023 e a ele próprio, um dia após as comemorações dos 40 anos em que o Brasil se livrou de uma ditadura que se estendeu por 21 anos, à qual ele sempre foi um adorador, assim como dos torturadores da época. Do carro de som, adornado pela bandeira dos Estados Unidos (algo que chamou muita atenção) e dirigindo-se a uma plateia bem inferior à que foi prevista pelos organizadores, Bolsonaro defendeu os golpistas que fugiram do país.
Hora do Povo – O líder do PSD no Senado, Omar Aziz (AM), afirmou que quem financiou e atacou Brasília em 8 de janeiro de 2023 “deve ser punido” e que a pauta da anistia destes criminosos “só interessa a quem tem medo de ser preso”. “Todo mundo sabe que houve tentativa de golpe. Quem depredou deve ser punido, mas quem financiou também precisa ser responsabilizado. Essa não é uma pauta do povo brasileiro, só interessa a quem tem medo de ser preso”, declarou o parlamentar. Otto Alencar (PSD-AM), que é vice-líder do governo Lula no Senado, também é contra anistiar os golpistas de 8 de janeiro.
CTB – Na quarta-feira, o Copom deve definir um novo percentual para a Selic. Para deleite de uma minoria de ricaços, um aumento de 1 ponto percentual (elevando a taxa básica a 14,25%) é dado como favas contadas. Na contramão dos interesses da classe dominante, nesta terça a CTB estará ao lado das outras centrais sindicais protestando diante das sedes e agências do Banco Central e exigindo a redução substancial das taxas de juros, bem como o corte das escandalosas despesas financeiras para viabilizar investimentos mais robustos no bem estar social do nosso povo e no desenvolvimento nacional.
Vermelho – “A Bolívia, como país rico, também está em disputa geopolítica a nível mundial. Somos muito ricos em minerais, em gás, em ouro, em terras raras”, afirmou Horácio Villegas Pardo, ex-embaixador da Bolívia no Brasil, alertando que “interesses externos estão atuando para tomar de assalto a presidência em agosto próximo”. A partir de 2006, recordou Villegas, houve um “crescimento exponencial da economia que se explica principalmente pela nacionalização dos hidrocarbonetos, pela distribuição da riqueza e pelo crescimento do mercado interno”.




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