Manchetes do dia – 7.2.2025

Hora do Povo – Eles batiam no peito e se diziam paladinos da moralidade, mas, agora, sem a menor cerimônia, pretendem aprovar um projeto de lei para desfigurar a Lei da Ficha Limpa com o objetivo de socorrer corruptos e ladrões. Saíram em defesa aberta de criminosos e fazendo uma cruzada para legalizar a bandidagem e a roubalheira na política brasileira. Querem permitir que condenados por diversos crimes possam rapidamente voltar a disputar eleições para poderem novamente cometer seus crimes dentro da política.

Sputnik – “[…] primeiro aguardem o julgamento, se defendam, vai ter uma condenação ou não. Vocês vão ter o direito de se defender, haverá o direito de defesa — que nunca houve para mim, para eles vai haver. E se a Justiça entender que ele pode concorrer as eleições, ele pode concorrer. Se for comigo, vai perder outra vez”, disse ele em entrevista a rádios de Minas Gerais. “Não há possibilidade de mentira ganhar neste país outra vez.”

Hora do Povo – De acordo com o Caged, o Brasil contabilizou 25,6 milhões de contratações e 23,9 milhões de demissões no ano passado. No entanto, quando se verifica o resultado em dezembro do mesmo ano, o resultado é negativo, isto é, houve mais demissões do que admissões, o que é considerado normal para o período. Alta dos juros, entre outros fatores, contribuiu com os números negativos do último mês do ano passado. Desempenho da indústria também é bem inferior aos setores de Serviços e Comércio em 2024.

Vermelho – O governo argentino critica as políticas de lockdown implementadas durante a crise sanitária, que consideram excessivas e prejudiciais à economia e à liberdade individual. Milei critica o papel da OMS na pandemia e argumenta que as diretrizes da organização levaram ao longo confinamento na Argentina durante o governo de Alberto Fernández. A decisão de implementar restrições foi do governo argentino da época, não da OMS.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

O que nos torna humanos?

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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