Hora do Povo – Nilson Araújo de Souza: para enfrentar esse problema, não adianta Haddad declarar rendição ao financismo. O chamado mercado, isto é, a oligarquia financeira rentista, só está satisfeita quando consegue a submissão completa aos seus desígnios. Por isso, apoia o fascismo, que lhe é dócil, e não “engole” Lula porque este atrapalharia o acatamento pelo governo das suas investidas para se apropriar do erário público.
Hora do Povo – Paulo Kliass: “Lula precisa se decidir de forma urgente de qual lado ele vai ficar. Se reforçando os interesses e os desejos da maioria da população que ainda o apoia, principalmente os setores que recebem até dois salários-mínimos mensais. Ou se vai seguir atendendo a todas as sugestões de Haddad”.
Jornal GGN – Delfim Netto: desde meados dos anos 70, os economistas começaram a tratar a taxa de câmbio como o preço de um ativo, ou melhor, como a relação entre o valor de duas variáveis nominais (dólares e reais, por exemplo). Isso deu origem à teoria do portfólio, que atende ao desejo de diversificação de risco dos detentores das moedas. A relação leva em conta os prêmios de risco e os montantes dos ativos desejados nas diferentes moedas.
Jornal GGN – Chris Hedges: o presidente eleito Donald Trump não anuncia o advento do fascismo. Ele anuncia o colapso do verniz que mascarava a corrupção dentro da classe dominante e sua pretensão de democracia. Ele é o sintoma, não a doença. A perda de normas democráticas básicas começou muito antes de Trump, o que abriu caminho para um totalitarismo americano. Desindustrialização, desregulamentação, austeridade, corporações predatórias descontroladas, vigilância em massa de todos os americanos, desigualdade social.




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