Hora do Povo – A Câmara dos Deputados aprovou a regulamentação da reforma tributária deixando de fora do Imposto Seletivo (IS) armas de fogo e munições. Na prática, armas e munições serão menos taxadas do que são hoje. A reforma unifica o PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS hoje existentes na criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IS (Imposto Seletivo). O Imposto Seletivo foi criado para desincentivar, através de uma taxação maior, o consumo de determinados “bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente”.
Vermelho – A matéria, que segue à sanção presidencial, estabelece que a incidência atinge corporações cuja receita anual consolidada seja superior a 750 milhões de euros (cerca de R$ 4,78 bilhões) em pelo menos dois dos quatro anos fiscais consecutivos anteriores à apuração. O objetivo é garantir uma tributação mínima efetiva de 15% dentro do acordo global para evitar erosão tributária (Regras GloBE).
Jornal GGN – A investigação vai ocorrer a pedido da Advocacia-Geral da União. Foi identificada uma série de postagens com falsas declarações de Galípolo – diretor do BC, aprovado como próximo presidente – em um perfil no X. “Manifestações em plataformas digitais não podem ser realizadas para gerar desinformação sobre políticas públicas nem minar a legitimidade das instituições democráticas”, argumentou a procuradora nacional da União de Defesa da Democracia, Karina Nathércia Lopes.
Sputnik – “O Brasil, ele é bastante influenciado pelo dólar porque a gente depende muito de tecnologia estrangeira para poder produzir os nossos produtos e, principalmente, a gente consome muito produto importado final e insumos também importados”, explica Sillas Cezar, economista e educador pela Unicamp. Em outras palavras, como o Brasil é um importante importador de manufaturados, que são negociados em dólar, uma vez esses produtos custando mais para importação, maior será o preço pago pelo consumidor final.





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