
Embora o Índice de Gini tenha tenha permanecido estável entre 2022 e 2023, acima de 0,5 (mais próximo de 1, mais desigual), outros indicadores apontam uma melhora de até 10% na desigualdade de renda e riqueza no Brasil. É que mostram os Indicadores Sociais, em sua publicação mais recente.
Como demonstrará em detalhes no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a concentração de renda e riqueza permanace bastante elevada no país, e a contenção dos salários e do crédito não ajudam em reduzi-la, como forma de distensionar o tecido social e elevar o Índice de Felicidade Geral da nação.

Um comentário em “Indicadores sociais: discreta redução da desigualdade e da pobreza no Brasil”