
A partir de debate sobre o capitalismo contemporâneo, Fernando Nogueira da Costa procura sistematizar o funcionamento das modernas relações de produções hegemônicas no mundo, com o objetivo de “ensinar essa complexidade com simplicidade”.
O professor titular de economia agrupa os agentes econômicos em cinco categorias – famílias, empresas não financeiras, governos, bancos e o resto do mundo – e trata das relações entre elas na abordagem abaixo, em um contexto que transcende as fronteiras nacionais.
Ele expressa sua intenção de separar as funções precípuas de cada setor no processo evolutivo do sistema capitalista das crises internas e de relacionamento entre eles, bem como os desvios de função, como a chamada financeirização, sempre buscando embasar as críticas dos analistas sobre os fatos da realidade.
Um aspecto ainda não abordado aqui, mas anteriormente comentado, é a possibildade de esgotamento do desenvolvimento de novas forças produtivas sob o capitalismo, e sua substituição por relações de produção superiores à ordem vigente atual.
Como contribuição ao estudo, recomendamos adicionalmente a leitura de A espiral capitalista, que trata da acumulação da riqueza produzida, o O desenvolvimento capitalista em cinco estações, que apresenta as etapas de aprimoramento do sistema.

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