Vermelho - A continuidade da taxa básica de juros em 10,5% ao ano sob o pretexto inflacionário desagradou diversos setores, inclusive da indústria e do comércio. A gestora Paramis Capital calculou o custo financeiro dessa taxa Selic alta em R$ 78 bilhões ao ano para os empresários. Como exemplo, se os juros fechassem o ano em 9%, como era estimado meses atrás, este custo seria R$ 11,1 bilhões menor, de R$ 66,9 bilhões. Em 9,5%, o impacto seria R$ 7,4 bilhões abaixo, de R$ 70,6 bilhões ao ano.
Hora do Povo – “Esse povo foi descoberto por uma ala político-religiosa com ambições escusas. Eles aprenderam nossas linguagens e enredaram sorrateiramente as mentes das massas”, disse Zé Marcos Silva, pastor de Coqueiral (PE), em uma alusão a pretensos religiosos como Silas Malafia, ferrenho apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro. O evento “Conversas Pastorais” reuniu pastores e líderes evangélicos e contou com a presença do ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, cuja participação atraiu fiéis de outras igrejas ao encontro.
Revista Fórum - A proposta de Jango sobre a Reforma Agrária, segundo o líder do Movimento sem Terra (MST), João Pedro Stédile, foi a melhor proposta feita até hoje no Brasil, na questão de acesso à terra. “Só se pode iniciar uma reforma agrária em terras economicamente aproveitáveis” (João Goulart – 1964).
Hora do Povo - A tentativa de golpe na Bolívia está debelada, com o presidente boliviano Luis Arce, ladeado pelo vice David Choquehuanca e por auxiliares, agradecendo à multidão reunida em torno do palácio de governo na praça Murillo, em La Paz: “muito obrigado ao povo boliviano… viva a democracia!”. Arce e a multidão, que portava bandeiras da Bolívia, cantaram então o hino nacional. À noite, o general golpista, Juan José Zúñiga, havia sido preso.





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