
Luiz Müller traz, em seu blogue, o comentário do professor de economia da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo, sobre o livro de Crivelenti, que conextualiza a inserção subordina do Brasil nos mercados globais fortemente hegemonizados pelo capital financeiro.
Belluzzo mostra que, na etapa ulterior do desenvolvimento capitalista, são as finanças que comandam a organização da economia: o que interessa é fazer dinheiro com ou sem produção e circulação de mercadorias no meio do caminho. Contraditoriamente aos ditos liberais, cada vez mais a ação dos trustes depende do Estado nacional de sua sede.
Se o Brasil está em posição bastante baixa, a China mostra que uma politica nacional de Estado permite ascender ao topo da economia, reduzindo hoje sua dependência do títulos do Tesouro dos EUA.
Vamos à aula do mestre:

Um comentário em “A novíssima dependência”