Nivaldo da CTB: “Frente Ampla nas ruas contra os juros, pelo desenvolvimento”

“O Brasil precisa crescer, se reindustrializar, melhorar a vida do povo, realizar as mudanças sociais com as quais o governo Lula se comprometeu”, afirmou o secretário de Relações Internacionais da CTB, Nivaldo Santana. As quatro últimas reuniões do COPOM, dirigidas pelo presidente do Banco Central “independente”, Campos Neto, mantiveram as taxas de juros em 13,75%. “O juro alto endivida as empresas e as famílias e impede o crescimento econômico”, apontou Nivaldo. Ele enfatizou a necessidade de “ampliar a capacidade de mobilização e conscientização das bases”, e deu como exemplo a passeata no congresso da UNE.
Como Lula e Haddad querem taxar os super-ricos

Em paralelo a essa segunda etapa, o Ministério da Fazenda pretende investir em medidas para aumentar a arrecadação fiscal, tendo como fonte os super-ricos. O ministro Fernando Haddad disse que o governo vai encaminhar um projeto de lei para tributar os fundos exclusivos como forma de complementar a política tributária do governo. “E os fundos exclusivos, em que uma pessoa delega as cotas para os seus descendentes e não paga imposto de renda nunca? São coisas que chamam a atenção do mundo sobre o Brasil. O trabalhador hoje está isento de imposto de renda, graças ao presidente Lula, até R$ 2.640. Você ganhou R$ 2.650, já paga. E uma pessoa que ganha 2 milhões e 640 mil de reais está isenta? Como um país com tanta desigualdade isenta o 1% mais rico da população? Qual vai ser o dia em que nós vamos olhar para o problema e resolvê-lo?”
The New Yorker e a análise do neoliberalismo nos EUA

O neoliberalismo foi a principal doutrina econômica seguida pelo governo norte-americano ao longo dos últimos 40 anos, mas agora o termo é apontado como grande culpado pelos diversos problemas econômicos, de falências de bancos a desigualdade de renda e o populismo demagógico.
Como lembra Menand, os liberais nos anos 1930 não se opunham ao capitalismo e à iniciativa privada, acreditavam no uso do governo para regular os negócios e fornecer bens públicos e que a negociação coletiva garantiria que os trabalhadores pudessem comprar os bens que a economia estava produzindo.
“Estado deve dinamizar a economia”, afirma Luisa González, candidata a presidente do Equador

A ex-deputada (o parlamento é unicameral no Equador) destacou que “o investimento público, como na rede ferroviária e em tudo o que é infraestrutura dinamiza o emprego, e isso requer fontes de financiamento” e o estabelecimento de prioridades. “Não sei o que esse governo está fazendo com dinheiro público! Há uma execução orçamentária muito baixa porque eles não têm ideia de como funciona. E eu tenho dito claramente: o país não está aqui para experimentar. Já basta. Porque estamos experimentando com pessoas inexperientes, somos como somos. A baixa execução orçamentária de um ministério quando a população tem necessidades mostra que eles são inúteis na gestão do setor público. O que oferece a Revolução Cidadã e Luisa González: um trabalho em equipe. Eu não estou sozinha”, frisou.

Um comentário em “Manchetes do dia – 24.7.2023”