Oswaldo Aranha, Herói da Pátria

Em Brasília

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves destaca em Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria 42 brasileiros que cumpriram papel decisivo na construção da nossa nacionalidade. Inaugurado em 21 de Abril de 1992 com a inscrição primeira do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, cujo sacrifício completava então 200 anos, teve às vésperas do seu 28º aniversário a justa inclusão de Oswaldo Aranha.

No monumento de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, o Livro registra 42 Brasileiros estão nomes como José Bonifácio, Carlos Gomes, Ulysses Guimarães, Zumbi dos Palmares, Getúlio Vargas e Marechal Rondon.

Do gaúcho do Alegrete duas passagens da sua generosa vida pública o destacam:

  1. O papel essencial do chanceler do governo Vargas (1938-44) para que o Brasil rompesse com o Eixo e lutasse ao lado dos Aliados pela vitória da civilização contra a barbárie; e
  2. A presidência da segunda sessão da jovem ONU, em 1947, em que foi decidida a partilha da Palestina em dois Estados, um ainda pendente de sua de sua constituição.
Oswaldo Aranha preside, na ONU, a criação dos Estados de Israel e da Palestina

Agradecemos a iniciativa do Deputado Federal Pompeo de Mattos (PDT/RS) pela iniciativa da Lei nº 13.991/2020.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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