O pesadelo americano

Ainda ontem apresentávamos artigo de Oreiro sobre a degradação do valor do trabalho no Brasil. Concomitantemente, Luiz Gonzaga Belluzo escreveu sobre o mesmo tema.

(DOUGLAS R. CLIFFORD/TAMPA BAY TIMES/ZUMA WIRE/FOTOARENA)
Créditos da foto: (DOUGLAS R. CLIFFORD/TAMPA BAY TIMES/ZUMA WIRE/FOTOARENA)

Em O sonho americano sucumbe diante da destruição do valor do trabalho o professor de Economia da Unicamp conta uma história parecida com a nossa ocorrida nos Estados Unidos da América.

A receita adotada aqui no Brasil pelos ultraliberais, talvez sem o ketchup, resultou lá em “quase a metade dos trabalhadores dos EUA com idade entre 18 e 64 anos” labutar “em empregos de baixa remuneração”.

No vizinho do hemisfério norte começa o processo eleitoral que renovará ou substituirá o governo atual e sua preferência por concentração internacional de renda pelos superricos do país.

Pré-candidato que é, Bernie Sanders já havia vaticinado:

Tudo o que temíamos que o comunismo nos tirasse [casas, empregos e renda] está sendo tirado pelo capitalismo.

Lá, não sei o que o povo vai fazer. Mas aqui, acho que devemos nos precaver quanto à subordinação ao modelo que eles apresentam ao mundo.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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