Manchetes do dia – 22.10.2026

Jornal GGN – Banco Master, Dark Horse, Rachadinhas, Plataforma de Apostas e até seu histórico sombrio com milicianos no Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro é investigado no STF por lavagem de dinheiro e corrupção, envolvendo R$ 1,4 bilhão em esquemas financeiros. PF apura compra suspeita de mansão de R$ 6 milhões com financiamento quitado em 3 anos, valor incompatível com renda do senador. Investigações ligam Flávio a milicianos, desvios de salários e repasses de emendas a grupos criminosos no Rio de Janeiro.

Hora do Povo – Uma multidão tomou a Ponte Presidente Dutra, atravessando o Rio São Francisco entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Às margens do São Francisco, rio que simboliza a luta histórica do Nordeste pelo acesso à água, Lula convocou os apoiadores a intensificar a campanha na reta final. “Se prepare porque é guerra e o exército do Lula não pode sair da rua, não pode sair das redes digitais. É importante a briga cotidiana. Já somos maiores que o exército chinês, americano, russo. Nós somos o exército da democracia”, declarou.

Vermelho – Segundo o presidente, com a aprovação do fim da escala 6×1, é justo que os trabalhadores tenham transporte público gratuito aos finais de semana e feriados para aproveitar a vida. Lula deu um relato pessoal, de quando ainda era metalúrgico, e voltava a pé para casa por não ter dinheiro para a condução, e emendou: “Eu fico pensando quantas vezes a pessoa que está nessa situação chora de raiva por não ter dinheiro?”

Vermelho – Presidente tem 44% ante 45% do senador, o que ainda configura empate técnico. Na espontânea, ambos tem 40%, com Flávio perdendo 3 pontos e Lula 2. A pesquisa também mediu a transferência de votos entre os demais candidatos do primeiro turno para os do segundo. Eleitores de Cury preferem Lula, mas de Renan e Caiado tendem a Flávio. Rejeição a Lula despenca 6 pontos e chega a 47%; a de Flávio vai a 52%.

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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