Manchetes do dia – 20.8.2026

Hora do Povo – O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu que a Petrobrás entre nas discussões sobre o desenvolvimento do setor brasileiro de terras raras. O presidente Lula já havia apontado nesta direção em um a reunião com a estatal. A proposta foi apresentada em Brasília, no encontro “Destravando o Potencial da Mineração no Brasil”. Mercadante afirmou que o principal desafio está em fazer com que o país avance além da extração e exportação de recursos minerais.

Vermelho – Finalizado o impasse em torno da tramitação, no Senado, da PEC que acaba com a escala 6×1, as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo se reuniram para definir uma agenda preparatória do Dia Nacional de Mobilização pelo Fim da Escala 6×1, em 30 de agosto. A ideia é demonstrar força social e apoio popular à pauta, de maneira a pressionar os senadores a votar favoravelmente. A data escolhida antecede a semana de esforço concentrado do Congresso Nacional, entre 31 de agosto e 4 de setembro.

Vermelho – Nivaldo Santana: dados do emprego formal mostram avanços, mas baixos salários e precarização mantêm no centro do debate as reivindicações do movimento sindical.O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou no fim de julho os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) com base nos indicadores do primeiro semestre deste ano de 2026. Os dados são positivos. No mês de junho, o saldo positivo dos empregos criados foi de exatos 145.161.

Diário do Centro do Mundo – A economia do Chile não cresceu no segundo trimestre de 2026, o primeiro período completo sob o governo do presidente de extrema direita José Antonio Kast. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%. Os analistas projetavam crescimento de 0,3% em relação aos três primeiros meses do ano. A queda de 0,2% foi explicada pelo desempenho da mineração, enquanto serviços pessoais e comércio avançaram.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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