Manchetes do dia – 9.7.2026

Vermelho – O discurso do pré-candidato da extrema direita à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, no segundo dia da audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) sobre o novo tarifaço previsto para ser oficializado em 15 de julho, é mais uma demonstração de que o eixo de sua campanha não está no Brasil. Seu núcleo atua em Whashington, comandado pelo irmão Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo, ambos foragidos da Justiça.

Hora do Povo – O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab (SP), candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado, criticou Flávio Bolsonaro e disse que ele “erra muito” ao se submeter ao governo de Donald Trump e expor proximidade com o americano. “Eu acho que eles erraram bastante, porque na hora que, em especial no primeiro momento, vem o tarifaço, o Eduardo bate no peito e fala: ‘fui eu que pedi’.” A partir daí, eles nunca mais consertaram essa relação com o cidadão brasileiro, porque isso chocou muito.

Hora do Povo – Durante uma reunião com gestores da rede estadual de ensino de São Paulo, a diretora de escola Rosete Aparecida Itagyba fez um contundente discurso contra a política educacional conduzida pelo secretário estadual da Educação, Renato Feder. Servidora de carreira, a gestora expôs o distanciamento entre as decisões tomadas pela Secretaria e a realidade enfrentada diariamente por diretores, professores e demais profissionais das escolas estaduais.

Hora do Povo – A perda de renda dos trabalhadores argentinos alcança 93,5 trilhões de pesos (US$ 62 bilhões) nos primeiros 30 meses do governo de Javiel Milei, revela uma pesquisa do Observatório de Atualidade Trabalhista e Econômica (MATE). Diretor do Motor Econômico, Raúl Dellatorre recorda que “o arrocho salarial é o propulsor da crise e que a perda do poder aquisitivo” acaba comprometendo o conjunto da economia argentina.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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