Contraponto, de Aldous Huxley

Gustavo Araújo traz em seu EntreContos a resenha do filósofo Thiago Amaral para a obra de Aldous Huxley de 1928 – Contraponto. “Se formos obrigados a determinar como é um romance comum, vamos generalizar no sentido de que há um protagonista, com sua filosofia pessoal, talvez um vilão que surgirá para provocá-lo, alguns personagens alternativos para oferecer apoio ou visões alternativas.”

A história começa com “Walter Bidlake, que está em conflito com a esposa grávida, Marjorie, que ele não ama mais. O rapaz a abandona para ir a uma festa da elite inglesa, onde conhecemos muitos outros personagens do romance”. Siga a trama da obra quase centenária na publicação seguinte.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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