Gustavo Araújo traz em seu EntreContos a resenha do filósofo Thiago Amaral para a obra de Aldous Huxley de 1928 – Contraponto. “Se formos obrigados a determinar como é um romance comum, vamos generalizar no sentido de que há um protagonista, com sua filosofia pessoal, talvez um vilão que surgirá para provocá-lo, alguns personagens alternativosContinuar lendo “Contraponto, de Aldous Huxley”