Manchetes do dia – 12.5.2026

Hora do Povo – O senador bolsonarista e presidente de partido Ciro Nogueira (PP-PI) comprou um triplex de R$ 22 milhões um mês antes de apresentar a emenda que favorecia o Banco Master, em troca da qual ele recebia uma mesada de até R$ 500 mil. De acordo com a Polícia Federal, a emenda foi integralmente produzida pelo Banco Master, que enviou o texto para Ciro Nogueira por uma carta deixada em sua casa. Uma mensagem apreendida pela PF mostra Vorcaro dizendo que a emenda “saiu exatamente como mandei”.

Vermelho – A decisão de Alexandre Moraes impede, por ora, que condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 obtenham redução de pena ou flexibilização de progressão de regime com base na nova legislação. O ministro já aplicou a decisão em pelo menos nove execuções penais, entre elas a da bolsonarista Nara Faustino de Menezes, condenada a 16 anos e seis meses de prisão pelos ataques às sedes dos Três Poderes.

Jornal GGN – O Estadão nos apresentar três modelos. Que tal analisar aquilo que considera modelos vitoriosos: Botsuana, Coreia do Sul e Romênia. Nenhum dos três casos é de laissez-faire puro. Botsuana usou o Estado para gerir recursos com disciplina fiscal. A Coreia usou o Estado para dirigir a industrialização. A Romênia usou uma âncora institucional externa (UE) para forçar reformas que a política doméstica não conseguia produzir.

Vermelho – O ativista brasileiro Thiago Ávila e o palestino-espanhol Saif Abu Keshek foram levados para Israel depois da operação realizada pela Marinha israelense em águas internacionais, próximo à costa da Grécia. Ávila e Abu Keshek integravam a flotilha Global Sumud, organizada para romper o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza e entregar ajuda humanitária ao território palestino. Segundo a organização jurídica Adalah, que representou os ativistas, a abordagem ocorreu fora da jurisdição israelense e violou o direito internacional.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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