O pragmatismo de dois líderes mundiais

O encontro de 3 horas (seis vezes a previsão inicial) entre os presidentes do Brasil e dos EUA foi objeto de muitos comentários a respeito. Luis Müller apresenta o que aconteceu e que consequências podem advir do evento.

De nossa parte, acresceríamos aos negócios diplomáticos e econômicos tratados, o isolamento que a reunião pode proporcionar dos bajuladores trumpistas no Brasil, aqueles que aplaudiram o tarifaço, lhe pediram que invadisse o nosso país e desfilaram com a bandeira dos EUA em pleno 7 de Setembro, o Dia da Pátria.

Como explicou Lula, “A única coisa que não abrimos mão é da nossa soberania e da nossa democracia”.

Não deixe de ler também a matéria abaixo.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

Um comentário em “O pragmatismo de dois líderes mundiais

Deixe um comentário