Manchetes do dia – 2.5.2026

Vermelho – Não há dúvida de que é imensa a frustração com o presidente e os diretores do Banco Central – tanto mais que todos eles foram nomeadas pelo presidente Lula. Que diferença fez a nova diretoria do Banco Central até agora? Pode ser que estejam preparando coisas importantíssimas nos bastidores, mas não se nota por enquanto nenhuma mudança expressiva em comparação com a gestão Roberto Campos Neto. Os juros continuam na lua, produzindo estragos consideráveis no país.

Jornal GGN – Brondi classificou como juridicamente questionável a manobra do senador Davi Alcolumbre para derrubar o veto de Lula à Lei da Dosimetria, alertando que o desmembramento do projeto para isolar a “parte suja” — que beneficiaria criminosos comuns — e focar apenas nos condenados de 8 de janeiro deve levar a uma disputa de inconstitucionalidade no STF. Para o jurista, o tribunal está sendo arrastado para o “ringue político”, enfrentando uma exposição que torna o impeachment de ministros uma ameaça real e inédita na história recente do país.

Vermelho –  Para Vânia Marques Pinto, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (Contag), a experiência das mulheres no campo evidencia limites no reconhecimento do próprio trabalho. “Quando a gente fala das mulheres do campo, a gente está falando de dupla e até tripla jornada. É o trabalho na produção, o trabalho doméstico, o cuidado com os filhos, com os idosos. Esse trabalho não é reconhecido como trabalho”.

Sputnik – A guerra no Irã poderia ter consequências drásticas, levando à escassez de alimentos e ao aumento de preços nas comunidades mais pobres e vulneráveis da África. “Há o risco de uma escassez global de fertilizantes, o que significa que eles se tornarão inacessíveis para os mais vulneráveis […]. A dependência da África em relação aos fertilizantes nitrogenados do Oriente Médio é elevada, sendo a Etiópia e o Quênia os países mais expostos na África Subsaariana”, ressalta a publicação.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

Hora do Povo – Edição nº 4.046

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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