
A participação do comércio no PIB global está estagnada há anos. As taxas médias de tarifas alfandegárias dos EUA estão agora em níveis não vistos desde a década de 1930. O sistema de comércio global está se esforçando para se ajustar.
Este é o corolário econômico de um mundo sem G (Globalização): os Estados Unidos não querem mais liderar uma ordem comercial multilateral baseada em regras nem servir como o principal motor da globalização.
Mas isso não significa 2026 ser um ano de desglobalização.
A economia moderna desmente a impressão de desglobalização. O comércio de serviços vem se acelerando há anos, com os serviços digitais na vanguarda. Os ativos intangíveis — P&D, propriedade intelectual, marcas, software — cresceram significativamente em participação no comércio total.
Segue o artigo de Fernando Nogueira da Costa em seu blogue Cidadania&Cultura:
Mais dois artigos correlatos do mesmo professor.

Um comentário em “Economia estadunidense e global”