Leituras de domingo – 15.2.2026

Vermelho– Com 65 milhões de foliões previstos — 12 milhões a mais que em 2025 —, o Carnaval 2026 consolidará seu posto como a maior manifestação cultural de rua do planeta. O crescimento expressivo reflete um cenário favorável: aumento real da renda, geração de empregos formais e desaceleração da inflação criaram condições para que famílias invistam novamente em viagens e experiências. São Paulo lidera o ranking nacional com expectativa de superar os 16 milhões de foliões, impulsionados por mais de 600 blocos espalhados pela capital. 

Economistas pela Democracia– Para o ano de 2026, as projeções apontam para uma continuidade da desaceleração na geração de empregos formais. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta crescimento do PIB de 1,8%, o menor em seis anos, com taxa de desemprego encerrando o ano em 5,6% e massa de rendimento real crescendo 3,4%.

Sputnik – O estudo foi conduzido por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista científica Journal of Natural Products. Segundo os cientistas, a substância atua sobre a survivina, proteína associada ao desenvolvimento de tumores. Em observações feitas por eles, a cefalocromina atacou células cancerígenas sem causar danos significativos às células saudáveis, o que indica potencial para menos efeitos colaterais.

Hora do Povo –  O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o mundo está vivendo uma situação revolucionária. “O mundo entrou em uma era de mudanças rápidas e muito profundas, e essa fase pode durar muitos anos”, afirmou, referindo-se aos conflitos (Venezuela, Cuba, Irã e Groelândia) decorrentes da decadência do império norte-americano e da ação desesperada de sua elite para impedir a perda da hegemonia mundial.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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