Vermelho – O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu, em decisão liminar, a lei que proibia a adoção de cotas raciais e outras políticas de ação afirmativa por instituições de ensino superior públicas ou que recebam recursos públicos no estado. A desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta chama atenção, entre outros pontos, para a inconstitucionalidade da lei. “A vedação absoluta de ações afirmativas […] apresenta aparente tensão com o regime constitucional da igualdade material
Vermelho – A exploração do trabalho de maneira análoga à escravidão segue majoritariamente impune no Brasil. Entre 2000 e 2025, apenas 4% das pessoas que responderam por esse tipo de crime foram condenadas. O percentual corresponde a 191 de um total de 4.321. Os condenados parcialmente totalizam 178; já os absolvidos são 37% — ou 1.578. A impunidade com relação a esse tipo de exploração também fica patente quando se analisa o tempo que leva para um ação finalizar sua tramitação na Justiça: em média, são sete anos — ou mais de 2,6 mil dias.
Hora do Povo – Uma das armas da campanha é a chamada “serialização” do tema. Ou seja, tratar de manter o tema diariamente no jornal. Basta conferir a home de “O Globo”. As manchetes principais são notícias requentadas do escândalo STF-Master. Mas a ênfase, agora, é sobre as relações do banco com membros do governo Lula, antes de ocorrer o escândalo. Assim, um banco metido até a tampa com o centrão, gradativamente passa a ser mostrado, pela mídia, como banco envolvido com o governo Lula.
Diário do Centro do Mundo – O juiz federal Fred Biery, dos Estados Unidos, determinou a suspensão temporária da deportação do menino equatoriano Liam Conejo Ramos, de 5 anos, e de seu pai, Adrian Conejo Arias pelo governo de Donald Trump. Ambos estão detidos há cerca de uma semana em um centro do ICE, o serviço de imigração do país, após uma operação realizada em Minneapolis. A decisão foi tomada pelo magistrado que estabeleceu a medida “até nova ordem do tribunal”.



