Vermelho – Thiago Modernesi: foi o Cinema Novo, a partir do final dos anos 1950, que cravou o Brasil no mapa cultural mundial com uma estética única e um espírito questionador. Diretores como Glauber Rocha (Deus e o Diabo na Terra do Sol), Nelson Pereira dos Santos (Vidas Secas) e Cacá Diegues criaram um cinema autoral, politicamente engajado e esteticamente revolucionário, que dialogava com as urgências sociais do país.
Engenharia pela Democracia – Representantes do Fórum da Engenharia Nacional participaram no Palácio do Planalto de reunião histórica para tratar com a Secretaria-geral da Presidência da República e o Ministério do Empreendedorismo e da Micro, Pequena e Média Empresa (MEMPE) da convocação da 1ª Conferência Nacional da Engenharia. Entre outros encaminhamentos, ficou acertado que o o MEMP publicará portaria na próxima semana convocando a Conferência para 16, 17 e 18 de junho deste ano em Brasília.
Sputnik – Embora os sensores sísmicos sejam projetados para detectar sinais acústicos do interior profundo da Terra, os pesquisadores sugerem que esses instrumentos também podem captar choques sonoros causados pela entrada atmosférica de objetos espaciais e rastrear o cone de Mach acústico desses corpos. O Shenzou-15 queimou inofensivamente na atmosfera quando caiu, mas os resultados mostram que as características de entrada atmosférica podem ser monitoradas por estações sísmicas de forma eficiente e precisa.
Vermelho – O planeta superou a marca de 3 mil bilionários. Juntos, eles concentram US$ 18,3 trilhões — após um crescimento de 16,2% desde a eleição de Trump. Segundo o estudo, a riqueza dos bilionários cresceu US$ 2,5 trilhões em 2025, três vezes mais rápido do que a média anual dos últimos cinco anos. O montante seria suficiente para erradicar a pobreza extrema no mundo 26 vezes. O contraste é brutal: enquanto o topo acumula, uma em cada quatro pessoas enfrenta insegurança alimentar e quase metade da população global vive na pobreza.





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